
Integração

Na dimensão da Integração o jovem descobre o outro como ser diferente, e o grupo como lugar de encontro. O grupo deve ser um espaço onde o jovem descobre e experimenta amizades verdadeiras, pois quem encontra um amigo verdadeiro, encontra um tesouro.
Esta experiência gera crescimento. E este crescimento permite ao jovem relacionar-se de forma mais completa com a família, com o grupo, no namoro e com a comunidade.
No caso da Pastoral da Juventude, que opta pelo grupo como instrumento pedagógico principal, o processo de integraçao é, antes de tudo, o processo que leva a coesao grupal. De jovens desconhecidos entre si, ou com um relacionamento secundário, chegar a estabelecer um relacionamento interpessoal profundo. Essa experiencia servirá de base para uma integraçao crítica na comunidade maior.
O processo de integraçao grupal se inicia pela superaçao dos bloqueios a comunicaçao, que estabelece um caminho de conhecimento do outro, gerando a afeiçao. Esta comunicaçao e conhecimento em clima de amizade possibilitam a sadia confrontaçao de idéias e dons que se complementam gerando a cooperaçao. Tem seu ponto culminante na comunhao.
A dinâmica da integraçao visa, assim, decolar do simples encontro ou reuniao para o grupo, da equipe a comunidade. Precisa ser experimentada em nível de grupo, mas se repete também no nível mais amplo da convivencia social, como parte de uma comunidade e de um povo.
A dimensao cultural da vida tem, aqui, um lugar especial: conhecer, resgatar, confrontar valores e assumir os aspectos positivos da própria cultura é condiçao para criar identidade social e favorecer a comunhao, o espírito comunitário e a cooperaçao criativa.





Pastoral da Juventude - Diocese de São José dos Campos
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